sexta-feira, 4 de maio de 2012


Governo chinês quer fechar todas as igrejas evangélicas do país
O governo da China está lançando uma campanha de três fases para erradicar todas as igrejas evangélicas do país. Esse foi o teor do comunicado divulgado em abril pela Associação de Ajuda à China, ONG que envia missionários para solo chinês.
A estratégia do governo foi claramente delineada em um documento divulgado em setembro passado, durante uma aula de treinamento gerido pela Administração Estatal para Assuntos Religiosos da China.
De janeiro a junho deste ano, o documento revela que as autoridades locais estão conduzindo uma investigação completa, para listar as igrejas de todo o país que funcionam nas casas chinesas, e fazer dossiês completos sobre cada uma delas.
Na fase dois, nos dois anos seguintes, as autoridades irão encorajar as “igrejas não registradas” para se filiar ao Movimento Patriótico da Tríplice Autonomia, que monitora tudo o que acontece nos templos. A fase três, a ser concluída em até 10 anos, as igrejas que se recusam a seguir as regras seriam fechadas e os líderes condenados.
Os funcionários do governo também devem banir as palavras “igreja nos lares” de todos os relatórios sobre igrejas em sites e outros meios de comunicação. Agora, só podem usar o termo “reuniões em casas”, um termo que remete aos grupos reunidos em sites afiliados ao MPTA.
Em uma pesquisa recente, conduzida em várias províncias chinesas, mais de 95% dos líderes de igrejas caseiras disseram que já sentiram o impacto dessas investigações, enquanto 85% disseram que investigadores já haviam feito um dossiê sobre seu grupo.
“Desde o início de 2012, temos notado um aumento na freqüência da perseguição”, disse a Associação de Ajuda à China em um comunicado de imprensa. “Além da perseguição contínua das igrejas em Pequim, o número de casos semelhantes aumentou 20% em comparação ao ano passado e se espalhou para outras áreas, incluindo ações contra educação, publicação e livrarias cristãs.”
A campanha foi lançada em dezembro de 2010 através de um documento intitulado “Operação Repressão”, emitido pelo Comitê Central do Partido Comunista. Esta diretriz pedia às autoridades de todos os níveis para “levar” os cristãos das igrejas nos lares a freqüentar somente as igrejas registradas e aprovadas pelo governo e acabar com igrejas grandes que se reúnem também em grupos menores.
A Igreja Shouwang, que reúne mil membros, viu a pressão aumentar muito nos últimos meses. ”No ano passado … a nossa experiência com o Senhor era diferente a cada semana. Foi Sua graça e paz que nos protegeram e nos sustentaram até agora “, declara um líder da igreja
Essa operação também irá registrar todos os pastore, como uma maneira de continuar controlando o crescimento cristão e o surgimento de novas igrejas. Esse processo deverá estar concluído até o final de 2012, segundo um comunicado oficial.
Segundo o documento divulgado em setembro passado, o governo planeja usar “medidas humanas da lei de execução” para alcançar a erradicação total de igrejas nos lares. Ou seja, pastores que se negarem a cumprir a lei serão mortos por desobedeceram a lei.
Traduzido e adaptado de Charisma News
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 3 de maio de 2012


Cristãos protestam na Indonésia contra a falta de liberdade de culto
Duas igrejas foram fechadas pelo governo local sem informar os reais motivos para impedir que os cultos acontecessem nos prédios
O último domingo (15) foi um dia de protesto na Indonésia, grupos católicos e protestantes se uniram para pedir a aplicação das leis sobre a liberdade de culto no país.
De forma pacífica cerca de 200 cristãos foram às ruas protestar contra a expropriação dos lugares de cultos denunciando abusos e violações cometidos por grupos radicais islâmicos que manipulam as leis em favor dos muçulmanos.
Além de fiéis da Igreja Yasmin e da Igreja Filadélfia HKBP ativistas dos direitos humanos e ONGs locais também participaram do evento que aconteceu em frente ao Palácio Presidencial em Jakarta, sede do governo.
Durante três anos os fiéis da Igreja Yasmin foram proibidos de cultuar a Deus no templo da igreja, pois as autoridades e o prefeito, Diani Budiarto, alegaram que o templo estava com irregularidades. O mesmo aconteceu com os membros da Filadélfia que tentaram por muito tempo recuperar o templo.
O presidente da Indonésia, Yudhoyono, informou alguns meses atrás que não poderia interferir nos assuntos internos de Bogor, cidade localizada em Javar Ocidental, diante disso muitos ativistas passaram a dizer que o chefe do Estado tem medo de ir contra assuntos que interessam à maioria islâmica daquele país, pois isso pode resultar em perda de apoio político.
Com informações Portas Abertas
Fonte: Gospel Prime
Boa tarde a todos,


Estivemos fora do ar, mais agora estamos de volta para compartilhar fotos e videos com vcs.


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quinta-feira, 1 de março de 2012


O Diálogo na Ceia do Senhor
Por: Pr. Jurandir Pereira Gomes
Introdução
Está preparada a mesa para os convidados. Treze pratos sobre a toalha branca de franjas vermelhas, que tocam o pavimento ladrilhado; treze taças de metal que cintilam aos reflexos dos lampadários suspensos no teto; treze assentos de pano estofados, amplos como leitos, segundo o costume oriental. No alto estrado ao fundo, acham-se os cântaros de vinho, os potes de mel, os cestos de pães ázimos. A um canto, sobre móvel baixo, ergue-se um jarro de prata, emergindo de uma bacia de prata.
A luz azulada e cinzenta do crepúsculo penetra pela clarabóia, misturando-se com a claridade amarela dos candeeiros. E tudo é envolvido e penetrado pelo silencio melancólico do anoitecer.
Levemente, estala um rumor. Alguém abre a porta da casa. Ouvem-se vozes; elas aumentam. Há um ruído de muitos passos que sobem os degraus da pequena escada interior.
Jesus e os doze entram na sala, acompanhadas por um homem que dá explicações a Pedro, mostrando os preparativos e retirando-se imperceptivelmente.
O Dialogo da Ceia
Pedro – (voltando-se para o Mestre) – Senhor, eis que tudo se acha preparado, conforme determinaste.
Jesus – Festejemos a Páscoa, a minha última Páscoa.
João – Bem o sentimos, Mestre; nunca estivemos tão tristes.
Jesus – E, no entanto, deveríamos nos alegrar.
(Sentam-se à mesa. À direita e à esquerda do Mestre, João e Tiago. Entre João e Pedro, está Judas. Os outros se colocam nos lugares restantes. Um servo entra coma ânfora em que traz a mistura de vinho, mel e plantas aromáticas) Todos se servem, dizendo: – Bendito seja Deus, que nos tirou da terra do Egito!
(Outro servo traz o cordeiro pascal).
Jesus – Na verdade vos digo que esta cerimônia é a última. De agora em diante não se imolará mais um cordeiro, filho de cordeiro, porque o Cordeiro de Deus será imolado.
Judas – Não se cumprirá mais a lei de Moisés?
Jesus – Não há lei de Moisés, porém o que existe é a lei de Deus.
Judas – A lei de Deus não é uma só?
Jesus – Deus é Deus de vivos e não de mortos. A lei dos vivos é viva e não morta. Eu sou a lei viva.
Judas (entre os dentes) – Se Caifás ouvisse estas palavras!
Jesus – Daqui a pouco vos explicarei todas as coisas.
Tomé – Cumpre que nos esclareçamos de tudo.
Simão, o Zelote – Não sabemos até quando poderemos estar juntos do Mestre.
Natanael – Ando cheio de pressentimentos. Hoje à tarde, notei que éramos seguidos.
Filipe – Também eu.
André – A cidade está cheia de soldados de Pilatos.
Mateus – Pela manhã, reuniu-se o Sinédrio.
Jesus – Nada temais. Nada vos acontecerá, por agora.
João – Pensamos em ti, Mestre.
Jesus – É preciso que se cumpram os profetas
(Os servos trazem a ânfora de vinho puro e os pães ázimos. O Mestre levanta-se).
João – Aonde vais, Mestre?
Jesus (tirando o manto e colocando-o sobre a sua cadeira – Vou fazer o que me cumpre.
(Adianta-se para o local onde estão a bacia e o jarro. Cinge-se com a toalha. Toma o jarro e a bacia e aproxima-se de Pedro).
Pedro – Que vais fazer, Senhor?!
Jesus – Cumpre-me lavar os pés a todos!
Pedro (afastando-se) – Não! Nunca!
Jesus – O que eu faço não compreendes agora, mas compreenderás depois.
Pedro – Nunca permitirei que me laves os pés!
Jesus – Se eu te não lavar, não terás parte comigo.
Pedro – Oh! É demais! Quem sou eu para que te ajoelhes, como um servo, e laves meus pés? Mas tu dizes que não terei parte contigo se não consentir. Eis-me, pois Senhor! Lava-me os pés. Quero ter parte contigo! Lava-me também as mãos e cabeça!
Jesus – Aquele que já está lavado, não necessita senão de lavar os pés, que estão cheios de poeira dos caminhos. Em tudo o mais estás limpo. (Voltando-se para os Doze) Vós estais limpos, mas não todos.
Tomé (para Judas) – Qual de nós não estará limpo?
Judas – Algum de nós não está limpo.
Jesus (continuando a lavar os pés dos discípulos) – O maior deverá ser o menor.
João – Assim o disseste, quando te pedi o melhor lugar no Reino.
Jesus – (chegando a vez de Judas) – Estende-me os pés, Judas.
Judas (trêmulo) – Um chefe não deve proceder assim…
Jesus – Ser chefe é ser servo.
Judas – Devias tratar-nos com mais rigor!
Jesus – Ser rigoroso para muitos é tornar-se servo de alguns poucos; o servo de todos é mais livre do que o servo de poucos.
Judas – basta, Mestre; já estou lavado. Afligi-me ver-te ajoelhado diante de mim!
Jesus (enxugando os pés de Judas) – Sê humilde Judas; aceita sem orgulho.
(O Mestre deixa a bacia, o jarro e a toalha num canto da sala. Pedro despeja-lhe água nas mãos e depois estende a toalha para que o Mestre se enxugue. Jesus veste novamente o manto e volta para o seu lugar).
João – Nós vos amamos, Mestre!
Pedro – Ninguém é como tu, Senhor!
Jesus – Entendeis o que vos tenho feito?
Os outros – Explica-nos Mestre!
Jesus – Vós me chamais Mestre e Senhor e dizeis bem, porque o sou. Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis lavar também os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo para que o sigais. Na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. Se, pois, assim procedo, procedei vós, mostrando-vos humildes e benevolentes, até mesmo para com aqueles que vos querem mal; e assim fazendo sereis bem-aventurados.
Pedro – Ouvi, amigos, seremos todos bem-aventurados!
Jesus – Nem todos.
Judas – Nem todos, ouvistes?
Tiago – Por que nem todos, Mestre?
Jesus – Para que se cumpra a Escritura quando diz: “O que come o pão comigo, levantou contra mim o seu calcanhar”. E desde já vo-lo digo, antes que aconteça, a fim de que, acontecendo, acrediteis quem sou.
Judas (cochichando, olhando a todos) – Serei denunciado à face dos demais? (Mexendo-se inquieto) – Mestre, falavas a pouco dos enviados… Volta a falar-nos sobre eles…
Jesus – Se alguém receber o que eu enviar, me recebe a mim e quem me recebe a mim recebe Aquele que me enviou.
Pedro – Mestre, falaste há pouco em alguém que levantará contra ti a planta do pé…
Judas – Importunas o Mestre! Que mais queres saber? Mestre, fala-nos antes do Reino…
Jesus (com voz forte, que enregela a todos os convidados) – Na verdade, na verdade vos digo que um de vós me há de me trair!
Pedro – Quem é esse, Senhor?
Tiago – Quem é?
Filipe, Natanael e Tadeu – Dize-nos, Senhor!
Tomé – Não posso compreender! Só mesmo vendo!
Mateus – Tudo é possível!
Simão, o Zelote – Maldito o traidor!
João – Fala, Mestre!
Os outros – Precisamos saber! Quem é, Mestre?
Pedro (ao ouvido de João) – Tu, que estás perto do Mestre, pergunta-lhe em particular e conta-me depois.
João (ao ouvido de Jesus) – Senhor, quem é?
Jesus – É aquele a quem eu der o pedaço de pão molhado (Toma um pedaço de pão, molha-o no guisado) Judas filho de Simão, come!
João e Pedro (que trocaram rápidas palavras) – Oh!
Judas (comendo o pedaço de pão) – Sinto a boca amarga! Este pedaço de pão tem gosto de sangue!
Pedro – Dizes bem: o que dá gosto ao pão é a boca. O mau paladar faz o mau pão.
André – Estás perdido, Judas.
Judas – O que pôs o Mestre no pão?
Jesus – Que puseste, Judas na tua alma?
Mateus – Que pôs a tua alma na tua boca?
Judas – A noite avança…
Jesus (ouvindo-o) – O que tens a fazer, faze-o depressa, Judas.
Judas (levantando-se) – Amigos, tenho que fazer. (A Jesus) Mestre, eu…
Jesus – Vai Judas! (Judas retira-se).
(No silencio cheio de constrangimento, os discípulos se entreolham, fitam o Mestre e fitam a cadeira vazia de Judas).
Pedro (contemplando o lugar vazio de Judas) – Aquela cadeira vazia…
João – Por que nos entristece aquela cadeira vazia?
André – Ora! Em todas as reuniões existem cadeiras vazias!
João – As cadeiras da Ausência ou da Deserção… As que choram pelos que não quiseram vir e as que se envergonham pelos que não souberam ficar…
Simão, o Zelote – Haverá sempre substitutos para aquecer as cadeiras frias!
Jesus – Os lugares vazios pertencem aos seus próprios donos. O pastor aguarda sempre a ovelha perdida e o pai está sempre à espera do filho prófugo. Infinita é a misericórdia de Deus e só não a compreende a impenitência, que endurece os corações.
Pedro – Que terá ido fazer Judas de Cariot?
João – Nós estaremos sempre contigo Mestre!
Jesus – Meus filhos, ainda por um pouco estou convosco. Vós me buscareis, porém como disse aos judeus; digo-vos agora: não podereis ir aonde irei.
Pedro – Senhor, quanto isso nos dói!
João – Como sofremos, Mestre!
Os outros – Para onde irás, Senhor?
Jesus – Um novo mandamento vos dou…
Os discípulos – Um novo mandamento?
Jesus – Amai-vos uns aos outros como vos tenho amado. Será nisso que vos reconhecerão como meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.
Tiago – E será esse, apenas, o sinal pelo qual seremos reconhecidos?
Jesus – Apenas, É o sinal profundo, o grande, o único sinal.
Mateus – E a lei? E a vossa doutrina?
Jesus – É nesse novo mandamento que vive a lei, por que ele resume toda a doutrina do Evangelho. Praticai-o, desde já e, praticando-o quando eu me for, sentireis a minha presença…
Pedro – Senhor, mas para onde vais?
Jesus – Para onde vou, não podes agora seguir-me; mas depois me seguirás.
Pedro – Por que não posso seguir-te agora? Por ti darei minha vida!
Jesus – Tu darás a vida por mim?
Pedro – Nem há dúvida!
Jesus – Simão, Simão! Eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo;mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu quando te converteres, converte os teus irmãos!
Pedro – Senhor, estou pronto a ir contigo até à prisão e até à morte.
Jesus – Digo-te, Pedro, que não cantará o galo esta noite, sem que tu negues que me conheces!
Os Discípulos – Pedro! Pedro!
Jesus – Não se turbe o vosso coração. Crede em Deus; crede em mim. Eu irei, mas voltarei, e a todos levarei comigo para que estejais onde eu estiver. Vós bem o sabeis para onde vou e conheceis o caminho.
Tomé – Senhor, nós não sabemos para onde vais; como poderemos conhecer o caminho?
Jesus – Eu sou o Caminho e a Vida. Ninguém vem ao pai senão por mim. Se me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, o tendes visto.
Filipe – Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta.
Jesus – Estou há tanto tempo convosco e ainda não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim, vê o Pai. E como dizes tu: “mostra-me o Pai?” Não crês que estou no Pai e o Pai está em mim? Aquele que crê em mim, também fará as obras que eu faço e até maiores do que estas, porque vou para meu Pai. E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no filho. Se me amardes, guardareis meus mandamentos, e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, o Espírito da Verdade, que habitará sempre convosco.
(Profunda emoção se estampa nos semblantes dos discípulos. Alguns limpam as lagrimas)
Jesus – Não choreis. Não vos deixarei órfãos. Voltarei para vós. Aquele que cumpre os meus mandamentos, esse me ama e será amado de meu Pai; eu o amarei e me manifestarei a ele.
Tadeu – Como te manifestarás a nós e não ao mundo?
Jesus – Se alguém me ama, guardará a minha palavra; meu Pai o amará; e viremos nele fazer morada.
Os discípulos – Como, Senhor? Como se fará isso?
(Jesus levanta-se. Os discípulos também se levantam. Todos se calam. Os corações batem apressadamente. Que irá o Mestre fazer? A fisionomia de Jesus resplandece, transfigura-se. Um estranho estremecimento perpassa pelos discípulos. A palavra paralisa em todos os lábios).
Jesus (tomando o pão e partindo-o) – Tomai e comei, este é o meu corpo. Fazei isto em memória de mim. (Distribui o pão; os discípulos comem-no num silêncio grandioso. Jesus enche o cálice de vinho e passa-o aos discípulos) Tomai e bebei; este é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos para remissão dos pecados.
Pedro – Cantemos!
Os discípulos (em coro) Cantemos!
Jesus – Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens!
(Todos, de pé, cantam os salmos do “alel”. Ao fim de cada versículo vibram uníssonas as vozes: Aleluia! Aleluia!).
Jesus (ao terminarem os cânticos) – Deixo-vos a paz; a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o Mundo a dá. Eu sou a videira verdadeira; meu Pai é o viticultor. Toda a vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais. Estai em mim e eu estarei em vós. O meu mandamento é este: amai-vos uns aos outros. Amai-vos como eu vos amei. Ninguém tem mais amor do que aquele que dá a própria vida pelos seus amigos. Sereis meus amigos, se fordes amigos uns dos outros.
A Antiga Rude Cruz
(do inglês “The old rugged cross”)
Sobre o monte calvário, eu vi uma cruz.
Qual emblema de afronta e dor.
Mas eu amo essa cruz, pois morreu lá Jesus,
Em lugar do mais vil pecador.
Sim, eu amo a mensagem da cruz!
Seu triunfo meu gozo será,
E um dia em vez de uma cruz,
A coroa Jesus me dará.
Onde Cristo Jesus o Seu sangue verteu,
Formosura contemplo sem par.
Triunfante ali Ele a morte venceu
E meu ser pode santificar.
Sempre fiel eu serei à visão dessa cruz,
Seu desprezo também levarei.
E um dia feliz, com os santos na luz,
Sua glória eu sempre verei.
Essa cruz sem igual que o mortal desprezou
Para mim foi de grande atração.
E o Cordeiro de Deus, que a glória deixou,
Conquistou-me na cruz salvação.
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Pr. Jurandir Pereira Gomes